Flora Matos e MC Nego Blue criam música inédita com produção de Alexandre Basa para “Casa dos Bambas”

Hit que mistura rap, funk e batidas eletrônicas faz parte do projeto Passport Casa dos Bambas, que promoverá grandes manifestações culturais para os jovens paulistanos;

Flora Matos e Nego Blue

Na nova fase do projeto Passport Casa dos Bambas, o manifesto ‘liberdade para experimentar’ valoriza a mistura, a diversidade e estimula os jovens a explorarem novos caminhos, a se arriscarem. A principal ferramenta para disseminar essa mensagem é uma música inédita criada pelos novos Bambas, que une o rap de Flora Matos com o funk de Mc Nego Blue e as bases musicais de Alexandre Basa, tudo retratado pelo grafite do Grupo OPNI. Para ilustrar como experimentar é o começo de tudo, os artistas se reuniram no Dissenso Studio, em São Paulo, para trabalhar a letra, as batidas da música e gravar o segundo manifesto, que irá ao ar em breve na plataforma da marca, muito provavelmente ainda no mês de março.

O desafio de unir o rap com funk foi a razão que motivou a parceria dos artistas nessa fase da Casa dos Bambas, além da oportunidade de retratar a realidade de cada um deles, que independente do momento da carreira, já tiveram muitos obstáculos e hoje propagam suas vozes de ‘gente que faz’.

Flora Matos, Nego Blue e Alexandre Basa

O projeto Casa dos Bambas está em seu segundo ano e foi criado com o intuito de conectar arte e música, tornando a marca referência para o público jovem. Em seu primeiro ano, Passport apresentou Leandro Lehart como protagonista do projeto, ao lado de outros artistas da cena.

Mais informações em www.osbambas.com.br e na fanpage da marca facebook.com/PassportScotchBrasil), onde o público poderá acompanhar, dividir e interagir com cada momento da campanha.

Sobre Passport

Blended whisky produzido e envelhecido na Escócia e engarrafado no Brasil, Passport foi criado na década de 60. Seu principal malte é o Glen Keith, famoso pelo seu sabor puro, inigualável e cativante bouquet de grãos torrados e levemente aromáticos. Possui um peculiar sabor frutado que deixa um gostinho cremoso de damasco e pêssego no final. Desde então, Passport passou a ser uma das marcas de whisky mais apreciadas no país, detendo posição de destaque no segmento de whiskies engarrafados localmente.

Passport possui 21,8% de participação no mercado brasileiro no segmento standard, sendo que em São Paulo a marca detém 87,0% e na região Sul, 85,3%. (Nielsen Retail Index AS’14).

Sobre MC Nego Blue

Evandro Mirando, o Nego Blue, foi engraxate, camelô, catador de latinhas e vendia tapetes de porta em porta para sustentar seus três filhos. Começou na música ainda criança em grupos infantis da igreja, na adolescência cantou samba, R&B e Soul. Com 20 anos foi convidado para cantar em um grupo que misturava rap e funk, o ‘Mensageiros da Favela’ onde se aprofundou no movimento sendo ele o criador do funk ostentação, símbolo do movimento em São Paulo. Em 2010 iniciou carreira solo e em 2011 decolou com os hits: “As minas do Kit” e “Hoje eu não sou de ninguém”.

Sobre Grupo OPNI

A sigla ‘OPNI’ – originalmente ‘Objetos Pixadores Não Indentificados’, também já significou ‘Os Policiais Nos Incomodam’ e ‘Os Prezados Nada Importantes’, atualmente é um grito de guerra, que representa a voz da periferia. O coletivo de graffiteiros de São Mateus, zona leste de São Paulo, surgiu em 1997. O grupo era formado por aproximadamente 20 jovens da periferia de São Paulo, mas com o tempo sobraram Toddy e Val, os responsáveis pelos traços e cores que retratam o cotidiano periférico, elaborando murais e exposições “artivistas”. Um dos principais projetos do Grupo OPNI é a “Galeria a Céu Aberto”, que desde 2009 forma um percurso repleto de intervenções, ruas e vielas graffitadas que inspiram comunidades e resignificam um território marcado pela pobreza e exclusão social. A relação com a cultura afro-brasileira é uma característica marcante nos trabalhos do Grupo OPNI.

Sobre Flora Matos

Flora Maia Matos nasceu em Brasília-DF e foi criada por uma família de artistas. Aos quatro anos de idade já subia aos palcos da banda “Acarajazz”, que acompanhava o compositor baiano Renato Matos, pai de Flora. Em 2002, aos treze, passou a frequentar bailes de RAP. Em 2006, aos 17 anos, Flora Matos se apresentou como MC ao lado de Dj Brother e recebeu o premio de melhor cantora do ano em Brasília. Em 2007, gravou o remixe da música “Véu da noite” da cantora Céu, produzida por Dj Kl Jay e expandiu seu trabalho para São Paulo. Em 2008, a artista concluiu sua primeira turnê pela Europa passando por Paris, Angers (Le Chabada), Le Mans, Lisboa, Porto, Bolonga, Olivetto e Napoli. Em 2009, Flora fez shows solo acompanhada do Dj Will Simões, participou de alguns shows da banda Instituto (Daniel Ganjaman) e gravou a mix “Flora Matos VS Stereodubs” lançada e produzida por ela, Léo Grijó e Dj Lx. Foi indicada ao prêmio VMB na categoria Aposta MTV e se apresentou ao lado do dj Zegon, durante o Word Basket Festival em Nova York. De volta ao Brasil, em 2011, lançou seu clipe “Pretin”, totalmente independente. A música foi Top10 da MTV, o que levou a musica à indicação de “Hit do ano” no VMB2011.

Sobre Alexandre Basa

Basa, como é mais conhecido, já produziu, gravou e dividiu o palco com nomes importantes da cena independente, como Black Alien, BNegão, Naná Vasconcelos, Pitty, Sabotage, Otto, Planet Hemp, Nação Zumbi, entre outros. Nasceu em São Paulo, numa família de músicos e artistas: mãe professora de piano e pai diretor de TV. Cresceu na casa da avó, também matrona da música, que abria as portas de sua casa, no bairro paulistano da Vila Mariana, para os primeiros ensaios da banda Zimbo Trio.

Com influência do meio onde cresceu, Alexandre teve sua iniciação musical na escola de piano Madalena Tagliaferro. Mais tarde, estudou com o mestre da flauta João Carrasqueira e também se especializou em saxofone com o professor Demetrius Lima da Orquestra Sinfônica. “Foram 15 longos anos de estudos musicais, desde partituras amareladas de musica clássica a livros de coletâneas de jazz e bossa como o ‘The Real Book’, relembra Basa. Em meados de 1995, trabalhou em um estúdio totalmente analógico no bairro do Bexiga, em São Paulo, aprendendo a gravar e cuidar da qualidade do som com equipamentos que ainda antevinham à era eletrônica. Cinco anos depois, já estava em um estúdio digital, onde trabalhou com trilhas musicais e abriu seu horizonte para a produção musical.

O disco que mais destacou seu trabalho como produtor foi o ‘Babylon by Gus’ do rapper Black Alien, álbum que em setembro de 2014 completa uma década de sucesso e deve ganhar um Volume II, no próximo ano. Basa também foi co-produtor do projeto Turbo Trio, do BNegão, que teve seu álbum ‘Baile Bass’ lançado no mercado em 2007. “Esse projeto durou 4 anos e com isso me possibilitou, durante as viagens pra Europa, aprender mais sobre o mercado musical no exterior”.

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